Uma política de incentivo para estimular a instalação de datacenters no Brasil, principalmente direcionados à computação em nuvem e à inteligência artificial, foi aprovada, ontem, pela Câmara dos Deputados, com o apoio e voto favorável do deputado Luiz Carlos Hauly (PR).
“Estamos tratando de um projeto de grande importância para o nosso País. Os datacenters no mundo vão investir, nos próximos anos, segundo o relator, de US$ 4 trilhões a US$ 8 trilhões. O Brasil só tem 2% desse mercado”, afirmou.
Por meio do Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata), as empresas interessadas contarão com suspensão de tributos por cinco anos na compra de equipamentos, mas terão de oferecer contrapartidas, como uso de energia de fonte limpa (hidrelétricas) ou renovável (solar e eólica).
Hauly lembrou que as exportações brasileiras somaram US$ 1 bilhão, enquanto importamos US$ 16 bilhões. A indústria nacional teve um faturamento de 6,5% do PIB, o que significa R$ 762 bilhões, e gerou 2,1 milhões de empregos.
“Trata-se de uma política estratégica? Sim. É coerente com a soberania? Sim. Gera renúncia fiscal? Sim, até dezembro. A partir de janeiro, não haverá mais renúncia de impostos. Eles serão eliminados em substituição à CBS. Então, pode gerar distorções transitórias? Pode, especialmente até 2027”.
Fonte: Podemos
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